Eventos

ACLA REALIZA SESSÃO SOLENE DE ENCERRAMENTO
DO ANO ACADÊMICO, COM POSSE DE NOVA ACADÊMICA
E PREMIAÇÃO DAS PESONALIDADES ARTÍSTICAS DO ANO.

No dia 4 de dezembro de 2017 a ACLA realizou a solenidade de encerramento do ano acadêmico, quando destacou, com premiação, as personalidades do ano no campo da literatura, música, artes visuais e artes cênicas, além de empossar uma nova acadêmica. A cerimônia, conduzida pelo presidente Antônio Cunha, ocorreu no Teatro Governador Pedro Ivo, em Florianópolis.

Pela contribuição dada ao campo da cultura, a Acla destacou como personalidade literária a escritora e editora Katherine Funke; nas artes visuais, a artista e curadora Juliana Crispe; nas artes cênicas, a atriz Milena Moraes; na música, a violinista Iva Giracca e pelo conjunto da obra, o grupo Cirquinho do Revirado que completa 20 anos de atuação em 2017.

A acadêmica empossada  foi a artista visual Linda Poll, que passou ocupar a cadeira nº 8, tendo como patrona Antonieta de Barros. Linda amplia na Acla a representação do Norte do Estado, onde atua em Joinville. Artista visual, com um dos mais consistentes currículos do circuito do Estado, com forte atuação entre os anos 1980 e 2000, Linda Poll dá significativa contribuição ao campo da cultura.

A cerimônia contou com a presença de acadêmicos da ACLA, autoridades, representantes de outras casas acadêmicas, artistas e parentes e amigos dos homenageados. Os acadêmicos da ACLA, o barítono Douglas Hahn e o pianista Alberto Andrés Heller, foram os responsáveis pelos números musicais.

Sobre a Sessão Solene

Desde 2007, a última sessão do ano é solene e reconhece com medalha e diploma personalidades das letras, das artes visuais, artes cênicas e música. A ideia é reconhecer e destacar atuações e trajetórias nos campos literário, musical, das artes visuais e cênicas de Santa Catarina. As medalhas Paschoal Apóstolo Pítsica, Edino Krieger, Victor Meirelles e Waldir Brazil são concedidas respectivamente às Personalidades Literária, Musical, das Artes Visuais e das Artes Cênicas do ano. Em 2010, instituiu-se o reconhecimento Acla – Conjunto da Obra. A homenagem é simbolizada por um certificado, uma medalha com a representação artística do rosto das quatro celebridades que dão nome aos prêmios. As medalhas são de concepção do artista plástico Loro. Entre os já agraciados em anos anteriores estão Salim Miguel, Darcy Brasiliano dos Santos, Eli Heil, Seula Soares, Wanderleia Will, Sérgio Medeiros, Édio Nunes, Alcides Buss,  Rodrigo de Haro, Cena 11 Cia de Dança, Duo Elekfantz.


Acla destaca personalidades 2017 e empossa dois novos membros

Sessão solene será no próximo dia 4, no Teatro Pedro Ivo

No dia 4 de dezembro, às 20h, a Acla (Academia Catarinense de Letras e Artes), realiza a solenidade de encerramento do ano acadêmico, quando destaca, com premiação, as personalidades do ano no campo da literatura, música, artes visuais e artes cênicas, além de empossar dois novos membros. A cerimônia, conduzida pelo presidente Antônio Cunha, ocorrerá no Teatro Pedro Ivo, no bairro Saco Grande, em Florianópolis.

Pela contribuição dada ao campo da cultura, a Acla destacará como personalidade literária a escritora e editora Katherine Funke; nas artes visuais, a artista e curadora Juliana Crispe; nas artes cênicas, a atriz Milena Moraes; na música, a violinista Iva Giracca e pelo conjunto da obra, o grupo Cirquinho do Revirado que completa 20 anos de atuação em 2017.

Os novos acadêmicos são a artista visual Linda Poll, que ocupará a cadeira nº 8, tendo como patrona Antonieta de Barros, e o teatrólogo Borges de Garuva que assume a cadeira nº 7, cujo patrono é Cruz e Sousa (1861-1898). Pilares da história afrodescendente de Santa Catarina e do Brasil, a jornalista e educadora Antonieta de Barros foi a primeira deputada estadual mulher e negra do país e o poeta Cruz e Sousa, precursor do simbolismo brasileiro. Linda e Garuva ampliam na Acla a representação do Norte do Estado, onde atuam em Joinville. Artista visual, com um dos mais consistentes currículos do circuito do Estado, com forte atuação entre os anos 1980 e 2000, Linda Poll dá significativa contribuição ao campo da cultura. Garuva atua como ator e diretor de teatro. Também educador, tem um conjunto de trabalhos expressivos na sua trajetória.

O cerimonial contará com um programa musical sob a responsabilidade dos acadêmicos, o barítono Douglas Hahn e o pianista Alberto Andrés Heller. O programa a ser executado é: “Incantesimo” (Dino Olivieri) – canção, “Consolação nº 3” (Franz Liszt) – piano solo, “Musica Proibita” (Stanislau Gastaldon) – canção, Passagens” (Alberto Heller) – piano solo, “Nella Fantasia” (Ennio Morricone) – canção.

 

Sobre o prêmio

“A Acla atua com foco no estímulo, na preservação e no desenvolvimento da cultura e da arte criadora, provocadora, questionadora e liberta de amarras, preconceitos, inibições e censura. Não se trata apenas de um prêmio a cada uma e a cada um desses artistas, mas principalmente de uma mensagem: a arte que desenvolvem nos toca, emociona, desequilibra, tira da zona de conforto, nos humaniza. A sua arte é o nosso verdadeiro prêmio”, diz Antônio Cunha, presidente da Acla.

 

Sobre a Academia

A Academia Catarinense de Letras e Artes, inspiração do escritor Paschoal Apóstolo Pítsica, foi fundada em 5 de julho de 2003 no auditório da Biblioteca Municipal Professor Barreiros Filho, em Florianópolis. Ao reunir escritores, poetas, músicos, artistas visuais e das artes cênicas de Santa Catarina, a Acla quer estimular e reconhecer manifestações artístico-culturais, valorizar e preservar a cultura, promover encontros e debates sobre temas contemporâneos. Reconhecida de utilidade pública municipal e estadual, Antônio Cunha preside a academia. Ele diretor, dramaturgo, roteirista e ator. Hoje a academia é composta por 31 membros, organizados em quatro setoriais: letras, artes visuais, artes cênicas e música.

 

Sessão solene – Destaque Personalidades do Ano

Desde 2007, a última sessão do ano é solene e reconhece com medalha e diploma personalidades das letras, das artes visuais, artes cênicas e música. A ideia é reconhecer e destacar atuações e trajetórias nos campos literário, musical, das artes visuais e cênicas de Santa Catarina. As medalhas Paschoal Apóstolo Pítsica, Edino Krieger, Victor Meirelles e Waldir Brazil são concedidas respectivamente às Personalidades Literária, Musical, das Artes Visuais e das Artes Cênicas do ano. Em 2010, instituiu-se o reconhecimento Acla – Conjunto da Obra. A homenagem é simbolizada por um certificado, uma medalha com a representação artística do rosto das quatro celebridades que dão nome aos prêmios. As medalhas são de concepção do artista plástico Loro. Entre os já agraciados em anos anteriores estão Salim Miguel, Darcy Brasiliano dos Santos, Eli Heil, Wanderleia Will, Sérgio Medeiros, Cena 11 Cia de Dança, Duo Elekfantz.

Integrantes da Acla

Aguinaldo (José de Souza) Filho, Alberto Andres Heller, Antônio Cunha, Augusto de Abreu, Carlos Franzoi, Carlos Besen, Carmen Fossari, Cassia Aresta, Deyse de Abreu Teodoro, Dirce Körbes, Douglas Hahn, Heralda Victor, Ivan Alves Pereira, Janice de Bittencourt Pavan,  Jeferson Della Rocca, Juliana Hoffmann, Loro Lima,  Luz Carpin, Mércia Mafra Ferreira, Nereu do Vale Pereira, Néri Pedroso, Paulo Berri, Rosa De Souza e Rudi Bodanese, Rute Gebler, Sílvio Pléticos, Sulanger Bavaresco, Susana Bianchini, Teresinha Heimann, Valmor Níni Beltrame e Wesley Collyer

 

Serviço

O quê: Sessão solene – encerramento do ano acadêmico da Acla, com posse de novos membros e premiação das Personalidades 2017

Quando: 4.12.2015, 20h

Onde: Teatro Pedro Ivo, rodovia SC-401, Km 15, n° 4.600, bairro Saco Grande 2, Florianópolis

Quanto: Gratuito

Saiba mais:

https://www.facebook.com/aclaacademia/

 

Homenageados

 

Acla – Conjunto da Obra – diploma e medalha para Cirquinho do Revirado, uma História de 20 Anos: Sediado em Criciúma, o grupo comemora duas décadas marcadas por ações de constante resistência artística. Em 1997, os fundadores Reveraldo Joaquim e Yonara Marques, compraram uma pequena lona de circo capaz de acolher 150 crianças para apresentar teatro de fantoches. As encenações eram, em sua maioria, clássicos da literatura infantil contados a partir da lógica do boneco Revirado. Em um ano realizaram mais de 300 apresentações alcançando um público estimado em cerca de 40 mil pessoas. Nascia um dos mais importantes grupos de teatro do Brasil. Dedicados sempre à pesquisa e estudos sobre diferentes técnicas teatrais, criaram gagues e improvisos com o elenco, composto na época por Yonara, Reveraldo e Cristieno. Numa constante busca por aprendizado e novas experiências, dedicação integral em favor da materialização do propósito de sua criação: promover acesso à linguagem do teatro para diferentes públicos e contextos e viver exclusivamente de teatro e para o teatro. A partir de 2000, o grupo passa a produzir espetáculos sem lona, ocupam a rua, a cidade. Daí em diante, começaram a participar de festivais, editais, projetos de circulação e mostras conceituadas por todo Brasil, recebendo inúmeros prêmios. O grupo recebeu por cinco vezes o prêmio Nacional de Teatro Myriam Muniz da Fundação Nacional de Artes (Funarte).  Além disso, nestas duas décadas produziu diversos espetáculos, entre eles “O Sonho de Natanael”, “Amor por Anexins”, “O Contra Regra” e “Júlia”; as performances com temática social e espetáculos sob encomenda como “Arroz e Feijão em Colapso no Sistema”, “Suja ou Esculacha”, “Revirando a Padaria”. A montagem d e “Júlia” garantiu dezenas de prêmios em festivais além da circulação no projeto Palco Giratório do Sesc em 2013. Com o Festival Nacional de Teatro Revirado fortalece o compromisso de resistência das artes, com a formação cultural de crianças, jovens e idosos, fazendo valer o artigo 215 da constituição brasileira que legitima o direito à cultura para todo e qualquer cidadão. Trata-se de um trabalho de relevância e representatividade no Sul do Estado, em Santa Catarina e no Brasil.

 Medalha Paschoal Apóstolo Pítsica para Katherine Funke: Nascida em Joinville em 1981, onde vive, escreve literatura de ficção e não-ficção e, desde janeiro de 2017, conduz a Editora Micronotas. Autora de contos e poemas já publicou “Coração de Galinha”, “Lucida Sans”, “Compra-se Sonho”, “notas mínimas” e “Viagens de Walter”. Com um conto está na antologia de brasileiros publicada em 2013 pela editora alemã Klaus Wagenbach, Popcorn Unterm Zuckerhut. Teve projetos contemplados com Bolsa Funarte de Criação Literária, Bolsa Funarte de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura, Edital Setorial de Literatura da Funceb-BA, Bolsa de Fomento à Literatura do Ministério da Cultura, entre outros. Bacharel em comunicação social/jornalismo, também cursou disciplinas no curso de ciências sociais e fez especialização lato sensu em jornalismo contemporâneo – O desafio das redações no século 21, pelas Faculdades Jorge Amado (Salvador, 2007). No período 2016-2017, é mestranda em literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 Medalha Waldir Brazil para Milena Moraes: atriz e produtora teatral. Radicada em Florianópolis desde 1997, é graduada em artes cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Em 2008 fundou com Renato Turnes a La Vaca Companhia de Artes Cênicas. Entre os espetáculos em que desempenha ambas as funções estão “Kassandra”, de Sergio Blanco e direção de Renato Turnes; “UZ” e “Mi Muñequita”, de Gabriel Calderón e direção de Renato Turnes; “Odiseo.com”, de Marco Antonio de la Parra e direção de André Carreira; as comédias do Projeto #RiAlto; Teatro de Quinta; os solos “Santa”, de Gilbas Piva, e “Uma Mulher Só”, de Malcon Bauer. Desde 2015 atua como convidada da companhia Pé de Vento Teatro no espetáculo “De Malas Prontas”, onde contracena com a atriz Vanderléia Will sob direção de Pepe Nuñez. Produz a intervenção urbana “Parte da Paisagem”, de Renato Turnes e Karin Serafin, o solo “O Homem de Agrolândia” e as circulações do solo de dança “Eu Faço uma Dança que a Minha Mãe Odeia”, de Karin Serafin. Produziu o solo “Le Frigô”, do argentino Copi, com atuação de Renato Turnes e direção de Vicente Concilio.

Medalha Victor Meirelles para Juliana Crispe: Nascida em Florianópolis, curadora, pesquisadora, professora, arte educadora e artista visual. Tem formação em bacharelado em artes plásticas, licenciatura em artes visuais, ambas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Mestre em artes visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais-, doutora em educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, atua como professora colaboradora no curso de artes visuais no Centro de Artes da Udesc. Em Florianópolis, coordena o Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, um grupo de mulheres que promove arte, cultura, publicações de artistas, educação, infância e empoderamento feminino. Desde 2011 coordena o Projeto Armazém, que divulga trabalhos de arte em formato de múltiplos e publicações de artista, de pequenas e grandes tiragens. Hoje o projeto conta com um acervo de mais de 300 artistas de diferentes regiões do Brasil e com mais de mil obras em sua coleção.

Medalha Edino Krieger para Iva Giracca: Nascida em Santa Maria (RS), começou a estudar violino aos quatro anos com a professora Maria Wilfried, que trouxe o método Suzuki para o Brasil. A trajetória precoce a levou aos 11 anos a estar entre os músicos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, sendo spalla por seis anos. Aos 12, se tornou monitora Suzuki, dando classes de violino do curso Extraordinário de Música, entre 1992 e 2001. Fez faculdade, tornou-se bacharel em música violino em 2002. Viveu diferentes experiências profissionais, em Santa Maria integrou da banda de rock progressivo, a Poços e Nuvens, com a qual gravou dois CDs, um com a OSUFSMA e viajou para festivais em Niterói e em Maxicali, no México. No Festival de Inverno de Vale Vêneto, em sucessivas edições, marcou presença como integrante da orquestra do festival, aluna de violino, e no acompanhamento de seminários e oficinas.  Foi selecionada como chefe de naipe no concurso da orquestra do estado de Jalisco no México, mas preferiu seguir sua carreira na Camerata Florianópolis. Integrou o quarteto de cordas Auditório Jurerê Classic. Em 2015, como spalla da Camerata Florianópolis do Rock in Rio, tocou com o guitarrista Steve Vai, quando foi convidada por ele a fazer um improviso em uma de suas músicas. Voltou a ser convidada em 2017 para tocar no mesmo festival com a banda paulista República. Integrante da banda Anjo Mal desde o ano passado. Atualmente é spalla da Camerata Florianópolis, com a qual participa de turnês estaduais, nacionais e internacionais. Com esse trabalho teve grande destaque e a felicidade de poder tocar com grandes nomes da música erudita e popular. Como violinista participa nas gravações de CDs, DVDs e trilhas de filmes, entre eles destacam-se Poços e Nuvens, Mano Lima, Base Aérea, Rock’n Camerata, Marley Camerata, Expresso Rural e Camerata, Dazaranha e Camerata, entre outros.

 

Ingressantes

Linda Poll – Nascida em Sant’Ana do Livramento (RS). Graduada em artes plásticas pela Universidade de Joinville (Univille), pós-graduada em A Prática Social da Arte na Universidade de São Paulo, tem especialização em Desenho Artesanal em Cuenca, no Equador. Fez mestrado em ciências da educação na Universidad Politécnica do Paraguai e participou do 2º Internacinal Competicion of Wood Sculpture St. Blasien, na Alemanha, onde foi premiada. Em 1996, conquistou o Prêmio Salão Nacional Victor Meireles, promovido pelo Museu de Arte de Santa Catarina. Também participou da Competição de Escultura na Neve de Ushuaia, na Argentina, do 22º Concurso Internacional de Pintura e do 5º Simpósio Internacional de Escultura, ambos em Valdivia, no Chile. Integrou o Conselho do Museu de Arte de Florianópolis, foi diretora da Casa da Cultura de Joinville, coordenadora do Museu Casa Fritz Alt, em Joinville e membro do Conselho Estadual de Cultura. Atuou como professora de estética, semiótica e história da arte, desenho industrial e arquitetura e moda em instituições como a Utesc em Joinville, e a Unerj de Jaraguá do Sul. Criou a Escola Casa das Artes em Joinville com cursos de artes, decoração e artesanato infantil e adulto. Desenvolve atividade como artista desde 1975, com exposições, pesquisa de linguagens, ensino da arte e orientação e projetos educacionais. Participou em mais de 60 salões seletivos de artes, 33 exposições individuais e conquistou 17 prêmios. De 2011 a 2013 foi professora do programa da Capes/Parfor/Univille. Morou em Brasília, onde deu na Escola ESANC. Integra a diretoria da Associação Artistas Plásticos de Joinville e é professora da Unisociesc, no curso de arquitetura e também acadêmica do curso, na oitava fase.

Borges de Garuva

Nasceu em Garuva (SC). Vive em Joinville desde 1971. Cursou interpretação teatral na Fundação Teatro Guaíra e direção de teatro na Faculdade de Artes do Paraná. Graduou-se na Unisul em produção em multimídia digital. Trabalhou por mais de duas décadas como educador no Instituto Bom Jesus/Ielusc, onde foi responsável pelas áreas de arte e comunicação social. Publicou “Cobaia”, “A Muitas Vozes”, “Teatro: Cinco Textos” e “Contos do Mar”. Escreveu 26 peças teatrais. Montou, como diretor, 32 espetáculos, entre os quais “O Menino Invisível”, “Norigama”, “O Quebra-cabeça”, “A Fonte Lá do Morro Atrás de Casa”, “Mas, que Deu, Deu”, “Tupac Amaru”, “Sahy dos Sonhos”, “O Princípio”, “Francisco: Boca da Noite canta Chico”, “Emparedado” (sobre texto de Cruz e Sousa), e “A Confissão”. No campo do audiovisual, realiza estudos e experimentos independentes. Como roteirista e/ou diretor, realizou os curtas “Na Torre — um Ensaio sobre a Solidão”, “Longe é um Lugar”, “Os Minutos”, “Ponto de Fé”, “O Guardião” — todos experimentos em VHS. Em 2005, dirigiu “Eu Te Amo, Você Não Sabe Quanto”, roteiro de Jura Arruda. Foi roteirista e apresentador de 14 edições do programa “Palco & Tela” na TV da Cidade, em Joinville. Como ator, participou dos curtas “A Rua da Minha Janela”, de Nivaldo Lopes; “Um Ensaio”, de Fábio Porto; “Pela Boca”, de Diego Lara; “O Aquário de Antígona”, de Alceu Bett, “Vício” (2016), de Anderson Dresch e “Lágrimas”, de Yanko del Pino. Atuou nos longa-metragens: “Outra Memória”, de Chico Faganello, e “Mal-amados”, de Fábio e Fabricio Porto. Participações em produções de TV: especiais Joinville 150 Anos, São Francisco do Sul 500 Anos e “O Brado Retumbante”. Foi roteirista e apresentador do programa “Palco & Tela” na TV da Cidade, em Joinville. Integrou o conselho administrativo do Instituto Festival de Dança de Joinville, do qual foi presidente por dois mandatos. Por três vezes foi conselheiro municipal de cultura de Joinville.


Sessão da Saudade

No dia 31 de Outubro de 2017 a ACLA realizou uma Sessão da Saudade em memória de seu acadêmico o escritor e poeta Vicente Gabrielle Pascalle, autor de 8 livros, falecido no dia 16 de dezembro de 2016.

A acadêmica escritora Janice de Bittencourt Pavan proferiu o panegírico (discurso elogioso) ressaltando a vida e a obra do homenageado.

Na oportunidade também foi entregue à família do saudoso acadêmico um certificado post mortem pelos relevantes serviços por ele prestados à ACLA, na condição de acadêmico e, por mais de uma gestão, como seu vice-presidente.

Compareceram, além de membros da ACLA, representantes da Academia de Letras do Brasil (sucursal Florianópolis), ALIFLOR – Associação Literária Florianopolitana e ASAJOL – 

Academia São José de Letras.

Vicente Gabrielle Pascalle ocupou a cadeira nº 22 da ACLA, para a qual escolheu como patrono o seu amigo e incentivador Guido Vilmar Sassi.


Brasília