Histórico

A Academia Catarinense de Letras e Artes – ACLA, inspiração do saudoso Escritor Paschoal Apóstolo Pítsica, foi fundada em 05/07/2003 no auditório da Biblioteca Municipal “Professor Barreiros Filho”, em Florianópolis. Ao ato, estiveram presentes, dentre outros, e liderados por Maria Vilma Nascimento Campos, Augusto de Abreu, Doralice Rosa de S. Silva, Luz Carpin, Ivan Alves Pereira, Adir Pacheco e Heralda Victor, que, ao tomarem posse, tornaram-se membros fundadores.

O distintivo da Academia foi criado por Dagmar Sanchez, sua primeira Presidente. O Estatuto e o Regimento Interno foram elaborados por Wesley Collyer, seu primeiro Vice-Presidente e Diretor Jurídico.

Ao congregar escritores, poetas, músicos, artistas plásticos e das artes cênicas de Santa Catarina, a ACLA pretende preencher uma lacuna no cenário cultural de nosso Estado, já que estes últimos não dispunham, até então, de um órgão de disseminação da cultura nos moldes de academia. A ACLA tem entre suas principais finalidades: valorizar e preservar as culturas regionais presentes em nosso Estado; estimular manifestações artístico-culturais, observadas a liberdade de expressão e a criação; e promover periodicamente encontros, simpósios, debates e outros eventos nos âmbitos Regional e Estadual, sobre temas contemporâneos e pertinentes aos objetivos gerais da Entidade.

As sessões solenes da Academia – em que os acadêmicos vestem o balandrau – prestigiam sempre a arte e a cultura e trazem apresentações de canto lírico e de música popular e clássica.

A ACLA esta registrada no Cartório de Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas, no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e é reconhecida de utilidade pública municipal (lei 7.322/07) e estadual (lei 14.310/08).

Seu atual Presidente é o diretor, dramaturgo, roteirista e ator, Antônio Cunha.